Uma mulher de 42 anos teve que ser internada no Hospital São Lucas, em Lucas do Rio Verde após sofrer um aborto e ter homorragia que quase a levou a morte.
A mulher foi antedida pela Guarda Municipal e levada ao hospital. Como o cordão umbilcal ainda estava em seu corpo a médica perguntou se ela deu a luz.
A profissional de saúde então questionou o marido da mulher, perguntando onde estaria a criança. A princípio, o rapaz desconversou e negou que a mulher estivesse grávida. Contudo, após insistência, acabou confessando que o jogo o feto, de aproximadamente seis meses pesando 1,5 kg, em um contêiner de lixo. Depois do fato, o homem foi ao local, pegou o bebê e levou ao hospital. Ele foi preso em flagrante.
Conforme o delegado, tudo indica que foi o marido da mulher quem provocou o aborto, com o consentimento dela. O suspeito nega o crime.
“Ele negou, mas a fala dele não nos convenceu. Existem lacunas que demonstram, ao menos em sede de indícios, de que ele auxiliou ou provocou esse aborto, provavelmente, com consentimento da gestante. Essa é a nossa primeira tese”, comentou Rudy.
Além disso, há a suspeita de que o bebê foi colocado ainda vivo dentro do contêiner de lixo.
“Foi possível extrair que, quando foi colocada na sacola, ela se mexeu. Houve movimentos por parte desta criança, o que nos leva a crer que estava viva. Isso sendo comprovado pela perícia, sairemos de aborto, que é o crime que estou imputando nesse momento, para o crime de homicídio”, acrescentou.
O delegado lamentou a situação e disse que é um fato que não gostaria deestigando, por considerá-lo ‘triste’. “É um fato lamentável, muito triste, onde não gostaríamos de estar investigando um caso como este”, descreveu.
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