O MP conseguiu na justiça a apreensão de todos os aparelhos celulares do vereador Marcos Paccola, mas teve seu pedido de prisão preventiva negado.
Os promotores de Justiça destacaram que o vereador é réu em ação penal após ter sido denunciado por envolvimento em organização criminosa que operacionalizou fraude nos registros da Polícia Militar e em certificados de registros de arma de fogo.
Argumentaram ainda a existência de evidências que apontam para a intenção de autopromoção. Os promotores de Justiça enfatizaram que o uso político do episódio encontrou amparo nas manifestações públicas do investigado.
Os delegados da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) também haviam pedido o requerimento.
O MP disse que a prisão era para manter a ordem pública.
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