CONCORRENDO A DEPUTADO ESTADUAL

Paccola pede licença da Câmara alegando que é para fazer campanha

O vereador e tenente-coronel Marcos Paccola (Republicanos), que é réu no caso da morte do agente socioeducativo Alexandre Myagawa de Barros, protocolou o pedido de licença do cargo parlamentar alegando que vai se  dedicar a campanha de pré-candidato a deputado estadual. "Nós não servimos a dois senhores. Vou dedicar dia, noite e madrugada, nesses próximos dias, à campanha. Se for assim acolhido pelo partido, estaremos cravando a nossa condição de candidato como deputado estadual em Mato Grosso, a partir da convenção de amanhã", disse Paccola.

Ele que teve o porte de arma suspenso, disse na sessão desta quinta-feira (04), Paccola que se sente nu por não estar portando sua arma de fogo. "Hoje me sinto como se estivesse nu, andando pelado. Por decisão do juiz - e decisão judicial a gente está aqui para acatar -, hoje não estou portando a minha arma de fogo. Tive o meu porte suspenso. Algumas pessoas que se sentem amedrontadas pela minha volta, pelo fato de estar portando uma arma de fogo, fiquem tranquilos por que não posso enquanto essa decisão não for revogada", explica.

Apesar de ser indiciado, denunciado e se tornado réu, o Republicanos manteve o nome do vereador na lista de pré-candidatos a deputado estadual, que deve ser confirmado em convenção partidária a ser realizada nesta sexta-feira (05).

 

Denúncia

Segundo denúncia do Ministério Público, Alexandre, também conhecido como "Japão", foi morto com três disparos efetuados por Paccola na noite do dia 1º de julho.

 

FOTO REPRODUÇÃO