“Sem haver indícios de flagrante”,o homem e a mulher maiores de idade, 18 e 20 anos, que tinham sido presos por suposto envolvimento na morte do professor Celso Odinir Gomes, de 60 anos, em Cuiabá, foram liberados depois de prestarem esclarecimentos na delegacia.
A informação foi confirmada pela Polícia Civil. Contudo, apesar de liberados, os dois maiores de idade seguem sendo investigados pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá. Já os dois menores - o de 17 anos, que é apontado como o executor de Celso, e outro de 16 anos - seguem apreendidos pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Todos os quatro suspeitos foram presos na sexta-feira (10), quando o corpo de Celso também foi localizado em região de mata na Rodovia Palmiro Paes de Barros, no bairro Parque Atalaia.
O corpo de Celso Odinir ainda segue na sede do Instituto Médico Legal (IML), em Cuiabá, "devido às dificuldades técnicas apresentadas". A Perícia Técnica Oficial do Estado, ao qual o IML está vinculado, afirmou ainda que o exame do cadáver é demorado, mas deve ser concluído no decorrer desta semana.
O CASO - Celso desapareceu no dia 3 de maio, quando saiu da casa em que morava, em Cuiabá, com destino à sua chácara, em Santo Antônio de Leverger (33 km de Cuiabá). Durante os dias desaparecidos, o carro de Celso foi localizado e recuperado. Outros materiais, como uma prova aplicada pelo professor, além de cartões de bancos também foram encontrados. Segundo depoimento de um dos envolvidos prestado à DHPP, Celso teria tentado aliciar o adolescente de 17 anos, quando deu uma carona para ele, o que motivou o crime contra o professor.
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