O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) descartou a participação do esposo da criminosa Nataly Helen Martins Pereira (25), o chef de cozinha Christian Cebalho de Arruda, no assassinato da gestante Emilly Azevedo Sena (16), em março deste ano. Além do esposo da assassina confessa, o MP também descartou a participação do irmão de Nataly, Cícero Martins Pereira Júnior, e do cunhado dela, Aledson Oliveira da Silva.
Segundo, do Ministério Público de MT, disse que tanto Christian, quanto Cícero e Aledson, colaboraram desde o primeiro momento com as investigações e apresentaram álibis, comprovando que não estavam junto com a assassina na cena do crime, destacando ainda que a investigação foi rápida e minuciosa, conduzida pela equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, foi primordial para provar a inocência dos três homens.
“A gente leu o processo da Nataly e viu que eles colaboraram. Todos tem álibi de câmeras [de segurança]. Um [estava] no Jardim Itália, outro no restaurante, o outro em um hospital, além de terem álibis de pessoas também. Então, não é que existam provas fracas em relação a eles. É que não existe nada", explicou.
Além disso, o promotor voltou a afirmar que espera uma punição à altura da gravidade do crime para Nataly, que, se condenada pela Justiça de MT nos oito crimes em que foi enquadrada pelo MP, poderá receber uma pena que pode ultrapassar os 90 anos de prisão.
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