ATAQUES EM REDES SOCIAIS

Ex-presidente, marqueteiro e ex-CEO da Unimed Cuiabá são alvos de operação

 

 

O ex-presidente da Unimed Cuiabá, Rubens Carlos de Oliveira Júnior, o ex-marqueteiro Maurício Coelho e o ex- CEO Eroaldo de Oliveira são um dos alvos da terceira fase da Operação Short Code, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso, hoje (6).

A ação apura a criação de sites e o uso de redes sociais para a disseminação de conteúdos considerados ofensivos e difamatórios contra a cooperativa e a atual diretoria.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá e abrangem crimes de calúnia, difamação, injúria majorada, uso de identidade falsa e associação criminosa.

Entre as medidas impostas pela Justiça estão a proibição de contato e comunicação, por qualquer meio, entre os investigados, bem como a desativação de perfis em redes sociais e de um site criado com a finalidade de atacar a honra objetiva da cooperativa e a honra subjetiva de seus atuais dirigentes. O descumprimento das determinações pode resultar em multa diária de R$ 10 mil, limitada a R$ 300 mil.

As decisões judiciais também proíbem que os investigados realizem, direta ou indiretamente, novas publicações relacionadas à cooperativa ou a seus dirigentes, seja em perfis pessoais, institucionais, anônimos ou “espelho”, páginas, canais, grupos ou listas de transmissão, inclusive por intermédio de terceiros.

A vedação abrange qualquer formato de conteúdo, texto, imagem, áudio, vídeo, stories, transmissões ao vivo, repostagens, links ou conteúdos patrocinados, sob pena de multa de R$ 10 mil por postagem.

Início da investigação

As diligências da DRCI tiveram início em 2024, após a descoberta de um site falso que disseminava informações inverídicas contra o plano de saúde e seus dirigentes.

No decorrer das investigações, os policiais identificaram uma rede estruturada responsável pelo envio de mensagens em massa por meio de short codes e pela manutenção de portais e perfis em redes sociais destinados a ataques contra a atual diretoria da cooperativa médica.

A primeira fase da operação foi deflagrada em junho de 2025. Já a segunda, foi deflagrada em setembro de 2025, para o cumprimento de três medidas cautelares expedidas pelo Núcleo de Garantias da Comarca de Cuiabá.

Outro lado

A Unimed se manifestou por meio de nota sobre a operação. Leia abaixo:

A Unimed Cuiabá informa que tomou conhecimento da terceira fase da Operação Short Code nesta sexta-feira (06/02) e está, como sempre esteve, à disposição das autoridades competentes.

A investigação apura crimes de calúnia, difamação, injúria majorada, uso de identidade falsa e associação criminosa e fakes news praticados contra a cooperativa e seus dirigentes e prestadores de serviço.

A Unimed Cuiabá reafirma seu compromisso com a verdade dos fatos e com a defesa da honra de seus cooperados, colaboradores e prestadores de serviço, permanecendo à disposição das autoridades e da sociedade para todos os esclarecimentos necessários.

 

FOTO: UNIMED