Após alegações da defesa do delegado da Polícia Civil de Mato Grosso Bruno França Ferreira de que ele enfrenta problemas psicológicos agravados por problemas familiares e de trabalho no combate ao crime organizado, a justiça deve determinar medidas cautelares e não prisão preventiva. Ele está sob custódia no hospital após cirurgia na mão atingida pelos disparos feito por um investigador, desafeto.,
Os advogados afirmam que o delegado atua há 4 anos no município contra as facções criminosas, com atuação reconhecida por autoridades locais. E que nesta pressão nos últimos 2 meses, o delegado está enfrentando “grave sofrimento psicológico”, desencadeado por uma crise familiar e pelo desgaste provocado por anos de trabalho sob forte tensão.
Na nota, a defesa disse que aCorregedoria reconheceu preocupação com a condição psicológica do delegado ao analisar o caso, afastando a necessidade de prisão preventiva. A Justiça determinou medidas cautelares, como afastamento temporário do cargo, suspensão do porte de arma e acompanhamento psicológico especializado.
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