OPERAÇÃO PARASITA

Mesmo preso, Marreta continuava gerenciando o tráfico

Na Operação Parasita, deflagrada hoje, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso(FICCO/MT) descobriu que mesmo preso, o tráfico de drogas era comandado de dentro da Penitenciária Central do Estado era operado por Luciano Mariano da Silva, o “Marreta”. Ele  faz parte do Conselho Final da facção Comando Vermelho (CV), era o responsável pelo esquema.

Desde as primeiras horas desta sexta-feira(05) que a Operação está em andamento com base nas investigações da ação de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros crimes conexos, liderada da PCE.

Estão sendo cumpridas 21 ordens judiciais de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão em 04 estados da Federação: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Pernambuco.

Os mandados foram expedidos pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá. Além destas medidas, a justiça determinou ainda o bloqueio de até R$ 12 milhões nas contas dos investigados, além do sequestro de diversos imóveis, valores em espécie e veículos pertencentes aos criminosos.

Marreta é um dos integrantes do Tribunal do Crime. Foi ele, inclusive, um dos responsáveis pela morte do colega de cela Paulo Cesar da Silva, de 35 anos, conhecido como “Petróleo”. Ele acusou a vítima de traição, já que estaria repassando informações sobre seus atos ilícitos para policiais da Ronda Ostensiva Móvel Tática (Rotam).

OPERAÇÃO

A operação foi batizada de “Parasita” em razão das características da organização criminosa e seu principal líder, que, claramente, se utilizava dos demais integrantes e até mesmo da estrutura de outra organização criminosa local em suas empreitadas criminosas, sempre visando aferir lucros, isoladamente.