A adolescente que matou Isabele Guimarães de 14 anos com um tiro no Alphaville vai continuar internada. A decisão é do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou o habeas corpus da defesa que já tinha tido o pedido negado pelo TJ e pelo STJ.
“Como não se trata de decisão manifestamente contrária à jurisprudência do STF ou de flagrante hipótese de constrangimento ilegal, com fulcro na Súmula 691/STF e no art. 21, § 1º, do RISTF, nego seguimento ao habeas corpus”, diz o despacho publicado pelo ministro nesta quinta-feira (11).
A jovem está internada no Pomeri desde o dia 19 de janeiro para cumprir 3 anos de internação por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar.
Adecisão é da juíza Cristiane Padim, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá.
CASO ALPHAVILLE
O crime ocorreu no dia 12 de julho de 2020, no Condomínio Alphaville, na casa da adolescente que havia chamado Isabele para ir a sua casa. Isabele foi morta no banheiro da casa com um tiro dado a cerca de 30 centrímetros do seu rosto.
A adolescente alegou que foi um acidente, mas a perícia mostoru no laudo que não teria sido.
Os pais da atiradora respondem um processo por homicídio culposo, entrega de arma de fogo a pessoa menor, fraude processual e corrupção de menores.
Já o rapaz que era namorado da adolescente na época, foi condenado a prestar seis meses de serviços comunitários por ato infracional análogo ao porte ilegal de arma de fogo.









