O prefeito Emanuel Pinheiro(MDB) ficou indignado com a notícia de seu afastamento na 'Operação Capistrum' disse que recebeu com surpresa e que vai recorrer sobre a contratação irregular de 259 servidores da Saúde em Cuiabá.
Ele diz que tudo indica que o MP pode ter sido induzido ao erro ao decretar seu afastamento.
Sua defesa já entrou com recurso para reverter a decisão que pode ainda sair hoje.
Segundo a defesa, ao contrário do que vem sendo maldosamente propagado, a instauração de inquérito em questão pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE), não aponta desvio de valores. A investigação averigua denúncia de contratação excepcional de 259 (duzentos e cinquenta e nove) servidores para Saúde no ano de 2018 em detrimento de realização de concurso público Reiterou que está à disposição das autoridades competentes e vai colaborar para o pronto esclarecimento dos fatos.
Com o afastamento de Emanuel Pinheiro, quem assume o cargo é o vice-prefeito, José Roberto Stopa, que também é responsável pela Secretaria de Obras Públicas.
Operação
O Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), com apoio da Polícia Civil, cumpre, na manhã desta terça-feira (19), busca e apreensão e sequestro de bens em desfavor do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) e sua esposa Márcia Aparecida Kuhn Pinheiro. Foi confirmado também o afastamento do emedebista do cargo de gestor municipal.
A 'Operação Capistrum' foi deflagrada após investigações originadas no Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa da capital, relacionadas a ilícitos perpetrados no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá.
Os pedidos foram acolhidos pelo Tribunal de Justiça no âmbito do procedimento de nº 47.520/2021, o qual corre em segredo de justiça.
foto reprodução secom cuiabá









