O advogado Francisco Faiad classificou a Operação Fake News como midiática por questões políticas. “Preferiu-se a operação midiática, obviamente por questões políticas. A defesa aguardará as apurações mas desde já garante a inocência de Marco Polo, sendo que os excessos serão objeto de representações conforme prevê a lei”, afirmou Faiad.
Ele que está acompanhando e fazendo a defesa do empresário Marcos Polo Pinheiro, popularmente conhecido como Popó,disse que a defesa aguardará as apurações mas desde já garante a inocência de Marco Polo, sendo que os excessos serão objeto de representações conforme prevê a lei”.
O empresário teve um mandado de busca e apreensão cumpridos em sua residência hoje cedo.
Foram apreendidos aparelhos celulares e tablets utilizados em pesquisa pela sua empresa.
Popó inclusive ao saber ontem da operação foi espontaneamente na PJC ainda na segunda e negou qualquer divulgação de supostas notícias falsas envolvendo o governador Mauro Mendes (DEM) e a primeira-dama Virginia Mendes.
Ele ainda se colocou à disposição do Ministério Público Estadual (MPMT) e da Justiça para possíveis esclarecimentos.
E apesar de sua atitude, a operação foi deflagrada hoje.
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