Po manter a greve, mesmo com decisão judicia mostrando a ilegalidade da greve, o desembargador Pedro Sakamoto, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso mandou que o presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado (Sindspen-MT) se afaste do cargo imediatamenente e aaumentou a multa para R$ 200 mil.
A medida ocorreu em razão da manutenção do movimento e pelo surgimento de "fatos novos e gravíssimos", como a denúncia da negativa em receber novos presos que viriam de cidades do interior do Estado.
Na semana passada, a desembargadora Antônia Siqueira Gonçalves já havia declarado a ilegalidade do movimento grevista e determinado o retorno imediato dos policiais penais ao trabalho, o que não ocorreu. Chegaram no TJ que funcionários e fornecedores estão impedidos de entrar nas penitenciárias e ainda que os recuperandos estão sem fazer trabalhos internos e externos.
O desembargador destaca, ainda, que as unidades não estão recebendo mercadorias e veículos o que, consequentemente, vêm causando a suspensão das obras de ampliação de ambas as unidades.
Sakamoto classificou a greve como "teratológica e absolutamente inadmissível".
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