COMBUSTÍVEIS

Preço médio da gasolina retoma preços abaixo de R$ 6 nas bombas

O preço de bomba da gasolina comum em postos de Cuiabá e Várzea Grande voltou a ficar abaixo dos R$ 6. Nessa virada de mês, os preços que estavam em declínio, se acomodaram em torno de R$ 5,97 em estabelecimentos das duas cidades. Os novos valores podem ser encontrados tantos em postos tidos como de ‘bandeira branca’, como nos postos de rede e são os menores já vistos desde agosto do ano passado.   

Desde o final de janeiro, gasolina e etanol hidratado deram início a um recuo de preços nas bombas. O derivado de petróleo, por exemplo, abriu o ano contabilizando alta autorizada pela Petrobras de 5%, o que elevou a média nos postos para até R$ 6,87/6,89. Já em meados de fevereiro, as médias caíram para R$ 6,19, R$ 6,05 até atingir o menor patamar ao consumidor desde agosto do ano passado: R$ 5,97. A diferença pode chegar perto de R$ 1.     

Ainda que os valores atuais tragam certo alívio, os preços pagos pelo litro do combustível apontam médias bem superiores às notadas em fevereiro de 2021, quando encerrava o período com média de R$ 4,839 no Estado, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em fevereiro desse ano, a média foi recorde na série histórica da Agência para Mato Grosso no período, ao apontar R$ 6,41 e máxima de R$ 7,25.   

Em agosto do ano passado, por exemplo, o litro podia ser encontrado a R$ 5,97 e R$ 5,91, médias, respectivamente em Cuiabá e Várzea Grande.   

ETANOL – O biocombustível também mantém movimento de retração de preços aos consumidores. Fechou fevereiro abaixo de R$ 4 e nessa reta final de semana já pode ser encontrado por até R$ 3,94.   

O litro teve média de R$ 4,466 em fevereiro no Estado e em igual mês do ano passado fechava o período com média de R$ 3,551, conforme a série da ANP para Mato Grosso.      

Mesmo com a nova baixa sobre os preços da gasolina na Grande Cuiabá, o etanol segue vantajoso financeiramente, já que seu valor de bomba representa menos de 66% do cobrado pela gasolina, portanto mantém ‘saudável’ a relação 70/30.

 

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