Foi negado pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ribeiro Dantas, o pedido de reconsideração e manteve a prisão da viúva Ana Cláudia de Souza Oliveira Flor presa desde agosto de 2021 acusada de mandar matar o marido o empresário Toni da Silva Flor.
A defesa pediu prisão domiciliar, mas o ministro entendeu que não houve alteração no quadro fático e alegou que o STJ já havia examinado anteriormente o mesmo pedido, quando decidiu por manter a prisão da acusada.
“Não se verifica nenhuma alteração no quadro fático, apta a justificar a reconsideração da decisão. [...] Assim, indefiro o pedido de reconsideração.”, concluiu o ministro.
RÉU CONFESSO
A viúva e os outros envolvidos no crime já passaram pelas audiências na ação penal. Ela confessou que mandou matar o marido. No entanto, ela alegou que desistiu da ideia antes do crime ocorrer.
Toni Flor foi assassinado a tiros o dia 11 de agosto de 2020, quando chegava para malhar em uma academia do Bairro Jardim Santa Marta.
Respondem por homicídio qualificado a viúva Ana Cláudia Flor, como suposta mandante; Igor Espinosa como suposto executor do crime; além de Wellington Honorio Albino, Dieliton Mota da Silva e Ediane Aparecida da Cruz Silva como supostos auxiliares.
Sandro Lucio dos Anjos da Cruz Silva é irmão de Ediane e responde por falso testemunho. Ele, assim como a manicure, negou qualquer envolvimento no crime.
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