CONSÓRCIO BRT CUIABÁ

Governador diz que restam três dias para empresas se manifestarem

Em entrevista à imprensa hoje (7), o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), lembrou que ainda restam três dias úteis para que o Consórcio BRT encaminhe uma documentação apresentando defesa, caso tentem manter o contrato com o governo, para evitar a rescisão. No entanto, a decisão caberá ao governo depois que analisar a documentação.

Ele ratificou que a palavra final do Executivo Estadual sobre o contrato com o Consórcio BRT, formado pelas empresas Nova Engevix Engenharia e Projetos S.A., Heleno & Fonseca Construtécnica S.A. e Cittamobi Desenvolvimento em Tecnologia Ltda, para a construção do Bus Rapid Transit (BRT) em Cuiabá e Várzea Grande, será divulgada na próxima semana.

Caso ocorra a rescisão contratual, a alternativa será uma “contratação emergencial”. Porém, Mauro garante que todo o trâmite será devidamente acompanhado por órgãos de controle, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado.

“Contratação emergencial pode ser uma saída, com acompanhamento do Ministério público e Tribunal de Contas é uma das soluções. Abrir processo de contratação de uma grande empresa, para contratar várias empresas, isso estudo. Mas, é um estudo técnico”, explica.

Mauro descartou por completo a possibilidade de o Estado tocar a obra, dizendo que o Executivo não tem experiência em obras de modais, impossibilitando a ideia.

 

FOTO: SECOM MT