A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, ontem (19), em sua última sessão do ano, o Projeto de Lei Complementar que altera a forma de atualização da base de cálculo do IPTU. A partir de agora, o prefeito Abilio Brunini (PL) poderá definir os reajustes do imposto por decreto, sem depender de votação dos vereadores.
A gestão municipal estima aumentos que podem chegar a 40% no valor do tributo. Segundo o prefeito, os reajustes serão aplicados por faixas: 20% para bairros de menor renda, 30% para regiões intermediárias e 40% para áreas consideradas nobres da capital.
A Prefeitura afirma que a medida trata de ajustes técnicos e aprimora a legislação tanto do IPTU quanto do ITBI. Mesmo assim, a proposta gerou forte reação no plenário, com críticas de parlamentares da oposição e até de aliados.
O texto passou com 17 votos favoráveis e 7 contrários. Confira como ficou o placar:
A FAVOR:
Ilde Taques (PSB), Samantha Íris (PL), Michelly Alencar (União Brasil), Katiuscia Manteli (PSB), Dilemário Alencar (União Brasil), Cezinha Nascimento (União Brasil), Demilson Nogueira (PP), Marcus Brito Junior (PV), Tenente Coronel Dias (Cidadania), Eduardo Magalhães (Republicanos), Alex Rodrigues (PV), Baixinha Giraldelli (Solidariedade), Kássio Coelho (Podemos), Marcrean Santos (MDB), Mário Nadaf (PV), Sargento Joelson (PSB) e Wilson Kero Kero (PMB).
CONTRA:
Maysa Leão (Republicanos), Adevair Cabral (Solidariedade), Daniel Monteiro (Republicanos), Chico 2000 (sem partido), Dídimo Vovô (PSB), Jeferson Siqueira (PSD) e Rafael Ranalli (PL).
As vereadoras Doutora Mara (Podemos) e Maria Avalone (PSDB) não estavam presentes. Já a presidente da Casa, Paula Calil (PL), não chegou a votar, já que só se manifesta em caso de empate.
FOTO: PREFEITURA DE CUIABÁ








