Em entrevista à imprensa ontem (25), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (PSB), afirmou que não há, até o momento, identificação de remuneração irregular na Assembleia. A explicação veio do questionamento sobre a existência de “penduricalhos” nos vencimentos pagos pela Casa e afirmou que eventuais valores acima do teto constitucional serão cortados, em cumprimento a decisão liminar do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Max foi questionado sobre o pagamento de auxílios como verba de representação, auxílio-saúde e verba indenizatória (VI): ““Eu acredito que não tenha nenhum ‘penduricalho’ ou algo nesse sentido aqui, acima do teto, na Assembleia”, declarou.
O presidente explicou que solicitou um levantamento detalhado à Procuradoria-Geral da ALMT e à Secretaria de Finanças para apurar se existe qualquer pagamento que ultrapasse o limite constitucional.
O presidente também diferenciou a verba indenizatória dos chamados “penduricalhos”, ressaltando que a VI não se incorpora ao salário. Segundo Max, justamente por essa característica, a discussão sobre penduricalhos “praticamente não afeta” a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
FOTO: ALMT








