O vereador por Cuiabá, tenente-coronel Dias (Cidadania) disse que documentos levantados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da CSMobi serão apresentados ao Ministério Público (MP), ao Tribunal de Justiça (TJ) e aos demais órgãos de controle da administração pública.
Segundo ele o relatório final trará indícios suficientes para fundamentar a suspensão do contrato bilionário da Concessão Administrativa nº 558/2022, firmado entre o então prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, a CSMobi e a Promulti Engenharia.
O contrato tem duração de 30 anos e pode ultrapassar R$ 1 bilhão ao longo de sua vigência. A concessão abrange a operação do estacionamento rotativo em vias públicas, a construção do Novo Mercado Municipal Miguel Sutil e obras de requalificação do Centro Histórico da Capital.
Em entrevista à imprensa, Dias diz que não tem dúvidas de que o MP e o TJ identificarão situações insanáveis que justificariam a suspensão do contrato.
“Estamos falando de mais de 40 situações gravíssimas, dentre elas quatro que são totalmente insanáveis e que vão demonstrar ao MP e ao TJ que não há qualquer chance de deixarmos Cuiabá pagar cerca de R$ 1 bilhão ao longo de 30 anos para mantermos um ‘shopping privado’, enquanto temos uma saúde e uma educação ainda precárias”, destacou o presidente.
FOTO CÂMARA DE CUIABÁ






